quinta-feira, 22 de abril de 2010

Torpedão Campeão do Faustão



 

Pela 2ª Copa consecutiva, a Mattar Auditoria irá auditar o " Torpedão Campeão do Faustão"!

O Torpedão Campeão do Faustão já está se tornando conhecido entre os brasileiros, uma aposta que promete trazer benefícios para as quatro operadoras participantes. As empresas de telefonia móvel Vivo, Oi, Claro e TIM estão juntas para validar essa promoção imperdível.

A concorrência que existe entre as operadoras do Brasil impediu que uma promoção moldasse uma aliança entre elas. No entanto, essa realidade se modificou e hoje os clientes podem faturar prêmios incríveis através da promoção Torpedão Campeão.

A tendência é que 15 milhões de prêmios sejam distribuídos ainda nesse ano, aumentando as chances de todos os participantes. A promoção tem um regulamento simples e o ato da inscrição também é fácil, pode ser feito com total comodidade pela internet.

As operadoras Torpedão Campeão estão unidas para beneficiar os seus clientes, por isso vale a pena se inscrever e concorrer aos prêmios. Para participar, os interessados precisam um pacote de SMS no valor de R$4,00, o equivalente a 30 torpedos para qualquer celular. Também é necessário informar o nome da operadora, DDD, número do celular. Depois da compra, o sistema envia um cupom para que o cliente faça o cadastro via SMS gratuito ou pela internet. Para tornar válida a participação, ainda é preciso responder a pergunta: Quantas vezes o Brasil foi campeão mundial de futebol masculino? O torpedo deve ser enviado para o número 2010 sem qualquer tarifa adicional.

Ao cadastrar os cupons Torpedão Campeão do Faustão, tanto pela internet como pelo celular, os dados ficam armazenados no sistema para consultas. Ao longo da promoção, os inscritos podem verificar quantos cupons possuem e os resultados dos sorteios.

Os prêmios Torpedão Campeão do Faustão são: Dez casas com dois carros na garagem, 100 TVs LCD de 42 polegadas, 125 carros, 5 prêmios de 1 milhão de reais e 3 prêmios de 500 mil reais. Ao longo da promoção, haverá sorteios todos os dias e a lista de ganhadores pode ser conferida através da internet.

O Torpedão Campeão se inspirou na participação do Brasil na Copa do Mundo 2010, uma forma de beneficiar os torcedores que acreditam no potencial da nossa seleção. O cadastro pode ser efetuado a partir do dia 11 de abril até 11 de julho de 2010. Os pacotes SMS Torpedão Campeão também são válidos ao longo desse período.

Para conferir o regulamento completo da promoção, acesse o site Torpedão Campeão.

sexta-feira, 26 de março de 2010

CENÁRIO ECONÔMICO DA SEMANA

A renovação das preocupações com a Grécia contribuiu para uma postura mais cautelosa, em um movimento conhecido na semana passada: a aversão global ao risco. Após terem comprado ativos considerados de risco antecipando um pacote de ajuda financeira, começaram a ficar nervosos quando este demora a sair. O resultado foi a persistência da volatilidade e das incertezas, que não devem ser dirimidas no curto e médio prazos.

Em nossa avaliação, o cenário mais provável para 2010 e 2011 é o de uma recuperação moderada da atividade, com a retirada gradual e lenta dos estímulos monetários e fiscais nas economias centrais e um esforço contínuo e forte, com alguns sobressaltos, dos governos para equilibrar as contas públicas. Acreditamos que em alguns momentos os indicadores macroeconômicos e as sinalizações dos governos estarão combinados de uma forma mais positiva e em outros, mais preocupantes.

Atribuimos a probabilidade de cerca de 70% para a concretização desse cenário básico, no qual, o euro oscilará no intervalo de US$.1,30 a US$.1,40 e o real entre US$.1,70 a US$.1,90, mais ou menos valorizados, conforme essa combinação penda para um dos lados.

Movimentos atuais dos mercados de moedas e taxas de juros

Na semana passada, principalmente nos últimos dias da semana, os investidores globais passaram a evitar as moedas mais sensíveis ao risco e se voltaram para o dólar, em um movimento alimentado pela intensificação da crise fiscal da Grécia e, na sexta-feira, aumento da taxa de juro na Índia.

Oos investidores receberam com receio o aumento da taxa de juros na Índia, em 0,25 ponto porcentual. O Banco Central indiano argumentou que a medida visa a ancorar as expectativas inflacionárias, mas o aperto no juro levantou temores de que possa desaquecer a demanda no país, que é grande consumidor de commodities.

As moedas ligadas às commodities, particularmente os dólares da Austrália e da Nova Zelândia, caíram em linha com o declínio dos preços do ouro e da prata. O dólar canadense também recuou, dado que sua tendência para a paridade contra o dólar perdeu força com a saída os investidores dos ativos mais sensíveis ao crescimento.

O movimento de fuga para a segurança do dólar foi reforçado pela crescente ansiedade do investidor com relação ao encontro de cúpula da União Europeia nesta semana. Ainda não está claro se os países europeus fornecerão ajuda financeira à Grécia, que vai ter que refinanciar mais de € 20 bilhões em bônus nos próximos dois meses.

O euro recuou até a mínima intraday US$ 1,3503, seu mais baixo nível desde o dia 2 de março, na sexta-feira. No final da tarde em Nova York, o euro estava a US$ 1,3535.

A pressão externa recolocou o dólar na casa de R$ 1,80, com a moeda americana acumulando alta de 2,21% na semana, com a moeda brasileira também sofrendo a influência da manutenção da Selic em 8,75% ao ano. No fechamento de sexta-feira, o dólar à vista estava cotado a R$.1,801.

No segmento de juros doméstico, a decisão do BC de manter a taxa básica estável resultou em queda dos rendimentos dos contratos mais curtos e elevação dos longos. O mais provável é que os indicadores sigam mostrando economia superaquecida e inflação pressionada, o que resultará em aumentos adicionais dos prêmios de risco e conseqüentemente trajetória de alta para as taxas. O Janeiro/04, por exemplo, que encerrou ano ao redor 12,7%, chegou a se aproximar de 12% às vésperas da reunião do Copom, mas encerrou a semana 10,2%.

Bolsa

Para alguns analistas deste segmento, a tendência dominante agora é de baixa, com o mercado tendendo a buscar o suporte dos 66 mil pontos para o Ibovespa nesta semana. Para outros, o Ibovespa deve manter o intervalo de oscilação da semana passada, que ficou entre os 68.500 e os 70.500 pontos.

Todos acreditam, porém, que apesar da volatilidade por conta das incertezas externas, o balanço corporativo da Petrobras, que veio bem melhor que o esperado, pode injetar ânimo nos mercados. Também nesta segunda-feira, a bolsa será movimentada pela estreia da OSX BRASIL.

Em relação aos IPOs, cujo movimento ainda não se recuperou a causa é a aversão ao risco por parte dos investidores globais. Os analistas concordam que não é um bom momento para o ingresso das empresas no mercado. Haja vista a decepção com a OPA.

Em Wall Street, a aprovação do projeto de reforma da saúde deve pesar para as ações de companhias do setor.

Agenda da semana tem indicadores de atividade na Europa e EUA, mas, foco na decisão sobre ajuda à Grécia

O tema Grécia voltou à tona, com a decisão da Alemanha de apoiar que uma ajuda financeira à Grécia venha do FMI. Esta opinião, entretanto, não é compartilhada pela França e pelo banco central europeu que defendem uma decisão mais doméstica. A discordância da cúpula da comunidade volta a elevar as incertezas em relação a uma

possível ajuda, caso necessário, impedindo uma aposta muito positiva para os mercados nesta semana.

Neste contexto, as atenções se voltam para o encontro de cúpula da União Europeia, na próxima quinta-feira, quando se espera que o Conselho Europeu - composto pelos chefes de governo dos países da União Europeia – decida a questão.

Por outro lado, indicadores de atividade eventualmente melhores que o esperado nos Estados Unidos e na Zona do Euro podem ameinizar as perdas. Neste sentido, a agenda americana traz alguns relevantes na semana como dados do setor imobiliário, encomendas de bens duráveis e revisão do PIB do quarto trimestre de 2009.

Em linhas gerais, embora o PIB não deva trazer muitas novidades, dados um pouco melhores que o consenso poderão impor um viés levemente positivo para os mercados. Na Zona do Euro, os destaques ficam para as pesquisas PMI de serviços e de manufatura.

Internamente, os destaques são o IPCA-15 de março, a pesquisa de emprego de fevereiro e a ata do Copom, que é o destaque da semana e deve vir com um sinal claro para aumento da taxa básica de juros no próximo mês.

Por fim, os dados do setor externo nesta segunda-feira podem mexer com as expectativas para o câmbio se trouxerem alguma surpresa relevante. O déficit em transações correntes de fevereiro deve ter ficado em US$ 2,1 bilhões, elevando o acumulado em 12 meses para US$ 26,9 bilhões, ante US$ 25,3 bilhões até janeiro.


 

 REPORTAGEM DE:


 

Miriam Tavares

Diretora de Câmbio

AGK Corretora de Câmbio S.A. 

terça-feira, 16 de março de 2010

Informativo Econômico de 16 de março



Após a tensão com a Grécia, que reduziu o apetite por risco dos
investidores globais, os mercados voltaram a operar com maior
liquidez e otimismo na semana passada. Mas, reproduzindo a
advertência do economista _Maurício Molan_, do Santander, em sua
análise desta semana, por concordarmos inteiramente com ela,
reforçamos: _o maior risco nessas horas é subestimar o próprio
risco._
Os mercados estão altamente voláteis e ora exageram para um lado,
ora para o outro, refletindo um cenário macroeconômico que no
curto
e médio prazos ainda é permeado por indicadores contraditórios e
alguns importantes desafios. As contas públicas e a política
monetária das economias centrais estão aí para serem
equacionadas.
Mas, neste momento, os palyers estão inclinados a desconsiderar os
riscos. Os preços dos ativos parecem embutir novamente o cenário
de
que o período pós-crise terá poucos solavancos e uma
recuperação
econômica sustentada nos Estados Unidos com juros baixos por um
longo tempo.
Em nossa avaliação, o cenário mais provável para 2010 e 2011 é
o de uma recuperação moderada da atividade, com a retirada gradual
e lenta dos estímulos monetários e fiscais nas economias centrais
e
um esforço contínuo e forte, com alguns sobressaltos, dos governos
para equilibrar as contas públicas. Acreditamos que em alguns
momentos os indicadores macroeconômicos e as sinalizações dos
governos estarão combinados de uma forma mais positiva e em outros,
mais preocupantes.
Atribuímos a probabilidade de cerca de 70% para a concretização
desse cenário básico, no qual, o euro oscilará no intervalo de
US$.1,30 a US$.1,40 e o real entre US$.1,70 a US$.1,90, mais ou
menos
valorizadas, conforme essa combinação penda para um dos lados.
Veja, no anexo, a nossa análise completa e os destaques
internacionais e locais para a semana.


Miriam Tavares Diretora de Câmbio
AGK Corretora de Câmbio S.A.

NOTA FISCAL PAULISTA: INFORME PARA O IMPOSTO DE RENDA

NOTA FISCAL PAULISTA: INFORME PARA O IMPOSTO DE RENDA


 

Já está disponível o informe de rendimentos para a Declaração de Imposto de Renda - Pessoa Física, ano-base 2009. O documento informa aos consumidores cadastrados no programa do Governo de São Paulo os valores recebidos no ano passado referentes a créditos e sorteios.

Vale lembrar que os créditos resgatados em dinheiro ou usados para o abatimento no IPVA são isentos de imposto e os prêmios recebidos nos sorteios são pagos em valores líquidos, ou seja, após a tributação exclusiva na fonte.

Para obter o informe, o consumidor deve acessar sua conta da Nota Fiscal Paulista por meio de login e senha. Na tela inicial, de Consulta de Documentos Fiscais, há um link para o informe.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Soletrando 2010 vem aí!

Em março, você vai matar a saudade do desafio de soletração do C A L D E I R Ã O.Neste ano, os 27 campeões estaduais vão disputar o Troféu Rachel de Queiroz, nossa homenagem ao centenário da escritora cearense, uma das maiores dramaturgas brasileiras.A repórter do Video Show Thalita Rebouças, que é best-seller de livros infanto-juvenis, acompanhará o professor Sérgio Nogueira na bancada do júri.


Não perca! A estreia do Soletrando 2010 no palco do Caldeirão é dia 6 de março, às 16h15.

A competição será auditada pela MATTAR AUDITORIA E CONSULTORIA pelo 3º ano consecutivo!

Mais informações: http://tvglobo.caldeiraodohuck.globo.com/soletrando2010/2010/02/13/soletrando-2010-vem-ai/

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

TENDÊNCIA PARA OS MERCADOS NESTA QUARTA-FEIRA


 

AGK Corretora de Câmbio S.A.


 

INFORMATIVO ECONÔMICO DE 10 DE FEVEREIRO DE 2010


 

TENDÊNCIA PARA OS MERCADOS NESTA QUARTA-FEIRA


 

Ontem, os mercados financeiros globais operaram com viés negativo, pressionados pela incerteza com relação a como a União Europeia (UE) vai solucionar os problemas da dívida da Grécia e de outros países membros.

O suspense em relação à situação da Grécia durou até o final do dia, quando a União Europeia confirmou que os países europeus darão ajuda aos gregos, sem revelar, entretanto, detalhes sobre o acordo. "Temos de dar suporte à Grécia, isso está claro, e é a Europa e o Eurogrupo que farão isso", disse o primeiro-ministro da Espanha, Jose Luis Rodriguez Zapatero, que exerce a presidência rotativa do bloco. Boa parte dos mercados já estava fechada quando a confirmação saiu e os que ainda operavam reagiram timidamente.

O euro, por exemplo, se valorizou somente um pouco com a confirmação oficial da EU e fechou em queda frente ao dólar em Nova York, sendo pressionado pelos comentários do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, sobre o provável rumo de aperto no crédito que os EUA irão tomar quando a economia se recuperar.

Em depoimento preparado para uma audiência em um comitê da Câmara, Bernanke disse que a taxa de redesconto pode subir em breve. Esta é a taxa cobrada pelo banco central nos empréstimos de emergência para bancos. Ele também disse que a taxa de juro que o Fed paga sobre o excesso de reservas dos bancos pode se tornar o principal instrumento do banco para apertar o crédito.

No final da tarde em Nova York, o euro estava em US$ 1,3734, de US$ 1,3779 na véspera; o iene estava em 89,96 por dólar, de 89,63 por dólar; a libra estava em US$ 1,5593, de US$ 1,5700 no dia anterior. No câmbio doméstico, o dólar vagou sem rumo definido e encerrou em leve alta, alinhado ao comportamento externo e acusando também um pouco de ajuste à queda recente.

Ante o real, o dólar à vista fechou a R$ 1,849, com uma alta de 0,11%, em um dia em que a máxima foi de R$ 1,8590 e a mínima de R$ 1,8390. No mês, o dólar acumula queda de 1,91%, mas, no ano, ainda tem alta de 6,08%.

Os principais índices do mercado de ações dos EUA fecharam em leve queda. O Dow Jones caiu 20,26 pontos, ou 0,20%, para 10.038,38 pontos e o S&P 500 perdeu 2,39 pontos, ou 0,22%, para 1.068,13 pontos. A Bolsa brasileira teve um pregão volátil, mas acabou fechando com ganhos, de volta aos 65 mil pontos.

O Ibovespa terminou o dia em alta de 0,51%, aos 65.051,42 pontos. Na mínima, registrou 64.320 pontos (-0,61%) e, na máxima, os 65.170 pontos (+0,70%). No mês, tem perdas de 0,53% e, no ano, de 5,16%.

E, nesta quinta-feira, os mercados devem iniciar com sinais positivos, porém ainda cautelosos à espera de que chefes de Estado, em Bruxelas, divulguem detalhes do plano de socorro à Grécia. Além disso, os investidores avaliarão e reagirão também ao PIB do quarto trimestre da Espanha, aos dados da China e as vendas no varejo dos Estados Unidos.

Assim, se o conjunto de notícias for favorável, os mercados internacionais deverão se firmar no terreno positivo ao longo do dia e, com isso, o dólar pode voltar a operar de forma um pouco mais consistente abaixo de R$.1,85 e o Ibovespa acima dos 65 mil pontos. Ao contrário, se a combinação de dados

continuar trazendo preocupações aos investidores globais quanto ao cenário, o viés negativo deve voltar a predominar e o dólar deve voltar a operar entre os R$.1,86 e os R$.1,88, enquanto o Ibovespa deve retornar para baixo dos 65 mil pontos.

Câmbio doméstico – cenário de curto e médio prazos

O clima de tensão registrado nos mercados em decorrência das questões fiscais em alguns países da Europa, e que levou o euro para perto de US$.1,36 na semana passada e a cotação do câmbio doméstico para perto de R$.1,90 / US$, também se refletiu nas projeções de curtíssimo, curto e médio prazo dos players.

Muitos já estimam que o euro poderá se aproximar de US$.1,30 e o real a R$.1,95 no curto prazo.

Em nossa avaliação, além dos fatores estruturais, especialmente os externos, a determinação da taxa de câmbio deste ano dependerá também da postura do governo em relação ao câmbio, como as compras do Banco Central e a utilização do Fundo Soberano como fator de política cambial.

Além disso, quando os debates eleitorais ficarem mais tensos, o que deve ocorrer de meados de junho até o início de setembro, a taxa poderá oscilar mais perto do patamar de R$ 1,95/US$, já que o câmbio poderá ser um dos temas de campanha da oposição. Mas, depois, com o posicionamento de não-ruptura do futuro novo presidente, deverá voltar a valores entre R$ 1,75/US$ e R$ 1,85/US$ até o final do ano.

Renda Fixa Local

Hoje, não há indicadores relevantes na agenda doméstica e, portanto, a curva a termo deve oscilar pouco.

Miriam Tavares

AGENDA ECONÔMICA DESTA QUARTA-FEIRA

Cenário Internacional

Estados Unidos

11/02    11h30    Vendas no varejo (janeiro)            0,3%        Dez: -0,3%; Nov: +1,8%

Na quinta-feira, será conhecido o indicador mais relevante da semana, o de vendas no varejo de janeiro. Os dados devem mostrar que as vendas no varejo dos EUA cresceram em janeiro, após terem encolhido em dezembro. Grandes redes varejistas anunciaram que as vendas de lojas abertas há um ano ou mais cresceram 3,3% no mês passado.

A expectativa de mercado é de crescimento de 0,3% m/m tanto para o total como para as vendas excluindo automóveis. Caso essa expectativa seja confirmada, a média dos últimos 12 meses, em comparação com os 12 meses anteriores ficaria em -4,9%, melhor resultado em oito meses.

Europa

11/02    06h00     Espanha        PIB (4º trimestre)        - 0,1%t/t; -3,0% a/a     3º Trim: -0,3% t/ t; - 4,0% a/a

China

11/02 00h00    China        PPI (janeiro)             -            Dez: +1,7% a/a

11/02 00h00    China        CPI (janeiro)            2,1% a/a        Dez: +1,9% a/a

n/d         China        Oferta monetária (M2) – Jan     -             Dez: +27,68% a/a

Os dois grandes temores, de bolhas na economia e de aceleração inflacionária, não devem ser dissipados com os dados da semana. Neste sentido, os empréstimos do setor financeiro ainda deverão se manter relativamente altos e outras medidas de aperto que poderão ser tomadas. Ao mesmo tempo, a inflação continua se acelerando, não só por conta dos preços de alimentos. O índice de preços ao consumidor (IPC), que se manteve no terreno negativo por grande parte de 2009, já se tornou positivo. O mesmo vale para o IPC excluindo alimentos que estão sinalizando que as pressões de preços são

relativamente disseminadas. A expectativa do mercado é que esses movimentos continuem em janeiro, com o IPC cheio se acelerando na margem, de 1,9% a/a em dezembro para 2,1%.

Cenário Doméstico

Não há indicadores relevantes na agenda doméstica.


Fonte: AE Broadcast/Tendências Consultoria


 

DESTAQUES ECONÔMICOS DO DIA ANTERIOR

Cenário Internacional

Estados Unidos

A balança comercial americana registrou um déficit de -US$ 40,2 bilhões em dezembro do ano passado, ficando pior que o consenso de mercado (-US$ 35,8 bilhões) e o resultado de novembro (-US$ 36,4 bilhões). Com esse resultado, os Estados Unidos fecharam 2009 com um saldo negativo de -US$ 380,8 bilhões, quase a metade do verificado em 2008 (-US$ 696 bilhões). Essa melhora nas contas externas tem relação direta com a queda da corrente de comércio no mundo - verificada no ano passado - e é reflexo da piora da demanda americana, que empurrou as importações muito para baixo. Na abertura dos dados, a variação do preço do petróleo, como de costume, foi o setor que mais chamou atenção. O preço médio do barril importado passou de US$ 72,54 para US$ 73,20. A quantidade de barris também cresceu, empurrando as importações da commodity para cima.

O setor externo teve importante impacto positivo sobre o PIB americano em 2009, especialmente nos dois primeiros trimestres, que foram marcados por grande melhora do saldo comercial.

Em seu depoimento sobre a estratégia da saída do Federal Reserve, o presidente da instituição, Ben Bernanke, destacou que o processo de redução da liquidez criada durante a crise já está em curso e que, na medida em que a economia mostrar-se sólida, dará início ao processo de aperto da política monetária, algo, inclusive, que não parece próximo.

Do lado das linhas de crédito especiais criadas durante a crise, ressaltou que muitas das linhas especiais já foram extintas ao longo de 2009, conforme os mercados financeiros mostraram-se mais estáveis, e ainda que algumas destas linhas estão terminando agora no começo deste mês, e outras como TAF e TALF, ao final de março. Do total de crédito disponibilizado - US$ 1,5 trilhão ao final de 2008 - tem-se hoje a mercado US$ 110 bilhões.

Do lado do aperto da política monetária, assinalou que tem vários instrumentos para começar o aperto da política monetária, destacando a utilização do pagamento de maiores juros sobre as reservas que os bancos mantêm junto ao banco central, como forma de pressionar a estrutura a termo de juros, especialmente de curto prazo para cima. Neste contexto, inclusive, colocou que o spread entre esta taxa e a taxa básica de juros pode aumentar, tornando temporariamente a primeira uma referência mais importante do que a taxa básica de juros.

Além disso, com o intuito de aperto de política monetária, pode também reduzir as reservas bancárias e, para isso, pode fazer uso (a) das operações compromissadas, (b) de leilões de "term deposits", instrumento similar a um certificado de depósito, e finalmente (c) de vendas de ativos que constam no balanço do próprio Fed.

Apesar de dar mais detalhes sobre sua estratégia de saída, não sinalizou que o início está próximo, inclusive, utilizou mais uma vez em seu discurso a frase que diz que as taxas de juros devem permanecer baixas por um período ainda longo de tempo.

Europa

O Banco Central da Inglaterra, no relatório de inflação divulgado ontem, manteve o tom cauteloso com as perspectivas de crescimento do país nos próximos trimestres, explicitando que a força da recuperação é "altamente incerta" devido ao cenário que atualmente vigora na economia local e na Europa como um todo. Além disso, o BOE também afirma que a recente elevação do índice de preços ao consumidor foi puxada por "ajustes que terão impacto temporário" e que, no médio prazo, a tendência para a inflação é de ficar abaixo dos 2% ao ano - que é a meta do Banco Central local para o CPI. A respeito do pacote de compra de ativos, o presidente do BOE, Mervyn King, voltou a afirmar que ainda não há perspectivas para o término das aquisições.

A desvalorização da libra, em conjunto com a flexibilização da política monetária e a retomada da demanda global, é apresentada como um importante fator de auxílio para a atividade inglesa, ajudando a corroborar as apostas de que os juros devem continuar inalterados por um longo período de tempo.

China

Sai a balança comercial de janeiro.

Cenário Doméstico

São Paulo, 10 - O resultado do movimento cambial da primeira semana de fevereiro, que apontou superávit de US$ 1,9 bilhão, surpreende pelo elevado volume de divisas de origem financeira (US$ 1,5 bilhão, liquidamente) em uma semana de bastante volatilidade nos mercados. Pelo lado comercial, o saldo foi de US$ 400 milhões, totalizando um fluxo cambial robusto, neste início de fevereiro, mas com uma composição que indica ainda uma dinâmica frágil do câmbio comercial, alinhado aos resultados igualmente ruins da balança comercial física. Ao longo de fevereiro, no entanto, os saldos comerciais podem começar a mostrar alguma recuperação, enquanto o lado financeiro deverá continuar concentrando a entrada de divisas.

10, 9:22 Tendências On-Line: IGP-M: IPC E IPA INDUSTRIAL GERAM FORTE PRESSÃO SOBRE INFLAÇÃO

São Paulo, 10 - A primeira prévia do IGP-M de fevereiro mostrou inflação de 0,98%, registrando um forte avanço em relação à observada no mesmo período do mês anterior (0,27%). Este resultado veio acima da nossa projeção (0,75%), mas dentro das expectativas de mercado pesquisadas pela Agência Estado, que variavam de 0,43% a 1,14%.

A principal surpresa foi a pressão significativa do IPA industrial (1,81% ante 0,36% na primeira prévia de janeiro), que acompanhou a aceleração dos produtos alimentícios e dos produtos derivados do petróleo, além da recuperação de preços dos produtos químicos. Além desses fatores, a elevada inflação observada nos IGPs é explicada pelo pior desempenho do IPC (0,75% ante 0,40%), que reflete os impactos dos reajustes das mensalidades escolares, da tarifa de ônibus urbano em São Paulo e da alta de preços do álcool combustível.

O avanço da inflação só não foi mais intenso por conta da queda mais forte do IPA agrícola (-0,88% ante -0,09%), influenciado pelo movimento de preços da soja (-10,63% ante -3,50%). (Gian Barbosa e Rafael Bacciotti)

10, 11:00 Tendências On-Line: INDÚSTRIA: INDICADORES DA CNI CONTINUAM MOSTRANDO RECUPERAÇÃO

São Paulo, 10 - A CNI divulgou os indicadores industriais de dezembro. Os dados continuaram mostrando a recuperação do setor, ainda que gradual, dos efeitos negativos da crise. Essa trajetória mais moderada já vem sendo sugerida pelos resultados observados na produção industrial.

O NUCI avançou 0,04 p.p. em relação a novembro, considerando os dados com ajuste sazonal (81,7% em dezembro ante 81,3% em novembro). Vale destacar que o NUCI (Nível de Utilização da Capacidade Instalada) ainda está abaixo do patamar pré-crise (83,0% em setembro de 2008) e sua trajetória de recuperação vem acontecendo de maneira bastante gradual nos últimos meses, o que ainda não preocupa o cenário para a inflação. A indústria ainda opera com capacidade ociosa remanescente.

O emprego no setor continuou em expansão pelo sexto mês (+1,7% entre novembro e dezembro, em termos dessazonalizados). O indicador de faturamento real também registrou um desempenho bastante favorável (+3,5% na mesma comparação). Após 3 meses seguidos de alta, o número de horas trabalhadas mostrou ligeira queda de 0,4%.

Na média de 2009 contra 2008, o emprego na indústria caiu 3,9%. Nas vendas reais, a queda foi mais intensa (-4,3%) e ainda maior no número de horas trabalhas (-7,6%). (Bernardo Wjuniski e Rafael Bacciotti)

10, 16:45 Tendências On-Line: INDÚSTRIA: CUT CONTINUA EM QUEDA E CONTRIBUI PARA NÃO GERAR INFLAÇÃO

São Paulo, 10 - O custo unitário do trabalho (CUT), calculado pela razão entre a folha de pagamento real (da PIMES) e a produção industrial (da PIM), mostrou queda de 3,4% entre novembro e dezembro, em termos dessazonalizados. Este resultado está associado à queda mais intensa da folha de pagamento real (-3,7%) se comparada à observada na produção no mesmo período (-0,3%).

Ao olharmos a evolução em 12 meses do CUT, é nítida sua trajetória ascendente com o início dos impactos da crise, já que os ajustes da produção foram observados imediatamente. A partir de outubro de 2008, sua variação acumulada em 12 meses estava em 0,44% e avançou até setembro de 2009 (+11,80%). Simultaneamente, a produtividade recuou de maneira significativa (3,32% em outubro de 2008 para -5,79% em setembro de 2009). Esse processo ocorreu já que a queda na produção foi muito maior do que a redução do número de trabalhadores, pois, devido aos elevados custos de demissão, as empresas preferiram preservar seus quadros mesmo com queda na produção.

Com a retomada da atividade industrial, a partir de outubro de 2009 é possível observar a reversão desse processo, ou seja, o CUT começando a recuar (11,43% em outubro, 9,71% em novembro e 4,46% em dezembro) e a produtividade se recuperando (-5,53% em outubro, -4,33% em novembro e -1,90% em dezembro). As indústrias passaram a reutilizar a ociosidade que existia no seu fator trabalho.

Apesar das quedas observadas na produção industrial nas duas últimas divulgações (-0,8% em novembro e -0,3% em dezembro), esperamos que a produção volte a crescer nos próximos meses, juntamente com a continuidade desse processo de redução da CUT e elevação da produtividade. Nossa projeção preliminar para a PIM é de uma alta de 1,5% entre dezembro e janeiro, em termos dessazonalizados.

Essa retomada ainda não trás preocupações para o cenário de inflação nos preços industriais, uma vez que, do lado do fator trabalho, a produção justamente pode crescer via esse espaço para aumento de produtividade, que ainda se encontra abaixo do patamar pré-crise, sem forçar pressões inflacionárias. Adicionalmente, do lado do fator capital, a indústria opera com capacidade ociosa remanescente (NUCI atual também está abaixo do pré-crise), o que também contribui para não gerar pressões inflacionárias. (Bernardo Wjuniski e Rafael Bacciotti)

Fonte: AE Broadcast/Tendências Consultoria


 

Elaborado por Miriam Tavares - Diretora de Câmbio


 


 


 


 


 


 


 

AGK Corretora de Câmbio S.A.

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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Governo federal compra mais de R$ 14 bilhões de micro e pequenas empresas

Compras públicas

Governo federal compra mais de R$ 14 bilhões de micro e pequenas empresas

Os números se referem ás aquisições feitas em 2009 e superam em mais de R$ 6 bilhões os valores de 2008; desde 2006, quando entrou em vigor a Lei geral da Micro e Pequena Empresa, até 2009, o crescimento superou 500%

Dilma Tavares

Brasília - Dos R$ 49,7 bilhões comprados pelo governo federal em 2009, R$ 14,6 bilhões foram adquiridos das micro e pequenas empresas. Os números se referem à aquisições de bens e serviços comuns e superam em mais de R$ 6 bilhões os valores comprados em 2008.

 A quantidade de fornecedores também aumentou de 185.488 para 210.327 empresas. Desde 2002, o ano de 2009 registrou o maior volume de recursos referente a compras junto a esse segmento da economia.


O balanço é do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Ele mostra, por exemplo, que do total comprado junto ao segmento, as microempresas foram as maiores fornecedoras, com mais de R$ 9 bilhões. Das pequenas foram adquiridos acima de R$ 5,5 bilhões.


A maioria das compras ocorreu via pregão eletrônico. Dos R$ 20,4 bilhões comprados por essa modalidade, mais de R$ 11,1 bilhões foram adquiridos das micro e pequenas empresas. Ainda nessa modalidade, os micro e pequenos negócios geraram uma economia de aproximados R$ 2,9 bilhões aos cofres públicos, mais do que os R$ 2,5 bilhões relativos às empresas de maior porte e representando 53% do total.


Os produtos mais procurados foram equipamentos para processamento automático de dados, softwares, acessórios e equipamentos de suporte, todos responsáveis por 14% do total adquirido dessas empresas. No setor de serviços saíram na frente os "tipos especiais de serviço de construção", respondendo por 24% do total contratado.


Os R$ 14,6 bilhões comprados pelo governo federal junto às micro e pequenas empresas representam um crescimento acima de 500% em relação a 2006, ano em que, no mês de dezembro , entrou em vigor a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06).


O capítulo V da lei ampliou as oportunidades de participação das micro e pequenas empresas nas compras governamentais. Ele garante, por exemplo, exclusividade para essas empresas nas compras de até R$ 80 mil, preferência em caso de empate com outra de maior porte e a subcontratação por empresas maiores vencedoras de licitações públicas. O governo federal regulamentou esse capítulo da Lei em 5 de setembro de 2007. De 2007 a 2009 o Governo Federal comprou mais R$ 33,1 bilhões das micro e pequenas empresas.


O Ministério do Planejamento e o Sebrae desenvolvem iniciativas conjuntas para ampliar o conhecimento e a participação dessas empresas nas compras governamentais. Entre as medidas estão capacitações de agentes públicos que atuam na área de licitações e de empresários interessados em oferecer produtos e serviços para o governo, além de ações como o Encontro Nacional de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Compras Governamentais (Fomenta).


A meta é que, num período de cinco anos, a participação das micro e pequenas empresas nas compras governamentais seja de 30% do valor total adquirido pelo governo. "Os números já registrados mostram um grande avanço. O desafio é alcançar e manter essa meta", diz o analista de políticas públicas do Sebrae, Israel Alves Jorge.


"O uso do poder de compra do governo federal, utilizando-se dos mecanismos previstos na Lei Geral, que dão às micro e pequenas empresas o devido tratamento diferenciado, além da economia nas compras, está transferindo para a economia  recursos equivalentes ao Programa Bolsa Família, explica o consultor de políticas públicas do Sebrae, Robson Schmidt. De acordo com ele, essa política do poder do uso de compra do Estado "capacita as empresas tecnologicamente, aumenta a sua competitividade, melhora os bens e serviços ofertados à população a ainda eleva a qualidade de vida para os cidadãos e melhora a distirbuição de renda.

 
 

Serviço:

Agência Sebrae de Notícias - (61) 3348-9362 e 3348-7494

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domingo, 31 de janeiro de 2010

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

SIMPLES NACIONAL - LEGISLAÇÃO - ALTERAÇÕES


RESOLUÇÃO CGSN Nº 070, DE 26 DE JANEIRO DE 2010
(DOU de 28.01.2010)

Altera as Resoluções CGSN nº 4, de 30 de maio de 2007, nº 51, de 22 de dezembro de 2008 e nº 58, de 27 de abril de 2009.

O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), no uso das competências que lhe conferem a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, o Decreto nº 6.038, de 7 de fevereiro de 2007 e o Regimento Interno aprovado pela Resolução CGSN nº 1, de 19 de março de 2007, resolve:
Art. 1º Fica acrescido o inciso III no § 3º do art. 12 da Resolução CGSN nº 4, de 30 de maio de 2007, com a seguinte redação:
"Art. 12. .................................................................................
§ 3º ...........................................................................................
.................................................................................................
III - com efeitos a partir de 1º de janeiro de 2010: produções cinematográficas, audiovisuais, artísticas e culturais, sua exibição ou apresentação, inclusive no caso de música, literatura, artes cênicas, artes visuais, cinematográficas e audiovisuais.
......................................................................................."(NR)
Art. 2º Ficam acrescidos os incisos XXI, XXII e XXIII no art. 3º da Resolução CGSN nº 51, de 22 de dezembro de 2008, com a seguinte redação:
"Art. 3º .................................................................................. .
..................................................................................................
XXI - as receitas decorrentes da prestação dos serviços previstos no inciso III do § 3º do art. 12 da Resolução CGSN nº 4, de 2007, sem retenção ou substituição tributária, com ISS devido a outro Município;
XXII - as receitas decorrentes da prestação dos serviços previstos no inciso III do § 3º do art. 12 da Resolução CGSN nº 4, de 2007, sem retenção ou substituição tributária, com ISS devido ao próprio Município.
XXIII - as receitas decorrentes da prestação dos serviços previstos no inciso III do § 3º do art. 12 da Resolução CGSN nº 4, de 2007, com retenção ou com substituição tributária do ISS.
........................................................................................"(NR)
Art. 3º Fica acrescido o inciso XVIII no art. 6º da Resolução CGSN nº 51, de 2008, com a seguinte redação:
"Art. 6º.....................................................................................
..................................................................................................
XVIII - receitas dos incisos XXI a XXIII do art. 3º, para os fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2010: alíquotas do Anexo III.
Art. 4º O art. 9º da Resolução CGSN nº 58, de 27 de abril de 2009, passa a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 9º Excepcionalmente, a declaração de que trata o art. 7º, inclusive para o MEI optante pelo SIMEI extinto no segundo semestre de 2009, deverá ser entregue até 31 de março de 2010."
Art. 5º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
OTACÍLIO DANTAS CARTAXO
Presidente do Comitê

Sua opnião é muito importante para nós!

De: Leticia Foerster Arruda [mailto:leticiafoerster@vdh.jobs]
Enviada em: sexta-feira, 29 de janeiro de 2010 10:49
Para: Michelle Mattar - Mattar Auditoria e Consultoria
Cc: NAGIB MIGUEL MATTAR JUNIOR
Assunto: Trabalhos Mattar

Caros,

Estou acompanhando os emails da Mattar e gostaria de parabeniza-los pelo trabalho, que apesar de ter inciado a pouco tempo tem se monstrado rápido, assertivo e muito profissional.

Muito obrigada.

Atenciosamente,

Leticia Foerster Arruda

leticiafoerster@vdh.jobs
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