segunda-feira, 20 de julho de 2009

VOLKSWAGEN RUN - Curitiba



Em 19 de julho de 2009 às 09h00min horas a Mattar Auditoria e Consultoria auditou o Sorteio realizado referente à promoção “Volksvagen Run 2009” em Curitiba.




A condição de participação no sorteio consistiu em:
O participante teve que responder à pergunta, destacar o cupom quando cruzasse a linha de chegada, dentro do limite de tempo estabelecido de até 1 hora e 45 minutos e depositar o mesmo em umadas urnas localizadas no corredor delimitado pelas baias.









Após o tempo limite para de até 1 hora e 45 minutos do início da largada, todas as urnas de papelão foram lacradas com fita adesiva e levadas para o local de apuração














Dados do Ganhador: Nome: Marcos Vinícius Grizza

Foi sorteado nesta promoção: 01 (um) automóvel Volkswagen Novo Gol, Modelo 1.0 TotalFlex, ano/modelo 2009, perfazendo o total de premiação no valor de R$ 30.000,00 (trinta mil reais)





quarta-feira, 15 de julho de 2009

Receita prevê queda da carga tributária neste ano

Receita prevê queda da carga tributária neste ano
( Agência Brasil ) A carga tributária deve cair em 2009 segundo análise do coordenador-geral de Estudos, Previsão e Análise da Receita Federal, Marcelo Lettieri. A Receita Federal informou que o peso dos impostos subiu para 35,8 % do Produto Interno Bruto (PIB) em 2008, atingindo novo recorde. Em 2007, a carga tributária bruta chegou a 34,72%. A elevação é de 1,08 ponto percentual. Foram arrecadados no ano passado R$ 1,034 trilhão contra R$ 901 bilhões de 2007. "Em nível federal, em 2009 temos uma sinalização de que a carga deve diminuir em função das desonerações [medidas que cortam impostos, como é o caso recente da diminuição do Imposto sobre Produtos Industrializados nos automóveis, nas geladeiras, nos fogões e nas máquinas de lavar, assim como no material de construção] e do desaquecimento da economia. Em termos globais, isso também deverá acontecer”, disse. Se isso acontecer, será a primeira vez desde 2003 que a carga cairá em comparação a um ano anterior. Na época, a redução de 2002 para 2003 foi de 32,9 para 31,4%. Lettieri disse também que o foco da política econômica do Ministério da Fazenda é “trabalhar obsessivamente para manter o emprego e a renda, sem se preocupar com a queda na arrecadação”. O coordenador afirmou que, dos mais de 25 milhões de contribuintes pessoas físicas que declaram o Imposto de Renda, apenas 8 milhões pagam o tributo. Segundo Letierri, o resultado da carga mostra uma base de incidência dos impostos de 48,44% em bens e serviços, que são bem mais caros para o cidadão. Para ele, a tributação sobre o consumo tende a ser mais pesada para a população de menor renda. “O importante é a questão da progressividade, quando se analisa a questão do consumo sobre a renda. É que num país com grande desigualdade econômica nós temos uma base de renda pequena”. Segundo a Receita Federal, a elevação da carga em 2008 resultou da combinação do crescimento, em termos reais de 5,1% do PIB e de 8,3% da arrecadação de impostos nos três níveis (União, estados e municípios). Foram considerados para o cálculo um PIB de R$ 2,880 trilhões de 2008 contra R$ 2,597 trilhões de 2007, e arrecadação de R$ 1,034 trilhão em 2008 contra R$ 901 bilhões de 2007. No caso da União, a carga aumentou de 24,3% para 24,9% do PIB no ano passado em comparação ao ano anterior. Os estados foram responsáveis por uma carga de 9,2% contra 8,8% na mesma comparação e os municípios, de 1,59%% para 1,64%. Do total das receitas em 2008, a União ficou com 69,6% de tudo que foi arrecadado, embora tenha registrado queda de 0,5 ponto percentual em comparação ao ano anterior. Os estados ficaram com 25,8%, com crescimento de 0,4 ponto percentual e os municípios permaneceram com receita praticamente estável, com 4,6%

Projeção de inflação chega ao centro da meta

Projeção de inflação chega ao centro da meta
( Agência Brasil ) A projeção de analistas do mercado financeiro para a inflação oficial chegou ao centro da meta estabelecida pelo governo de 4,5%. A informação consta do boletim Focus, publicação elaborada todas as semanas pelo Banco Central (BC) com base em estimativas dos analistas para os principais indicadores da economia. A inflação oficial é medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que na previsão anterior dos analistas ficaria em 4,42% neste ano. Para 2010, a projeção dos analistas é que o IPCA chegue a 4,40% e não mais em 4,33%. A meta de inflação é definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), formado pelos ministérios da Fazenda e do Planejamento, Orçamento e Gestão, e pelo BC. A meta, válida para 2009 e 2010, tem como centro 4,5% e margem de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, ou seja, o limite superior é de 6,5% e o inferior é de 2,5%. Cabe ao BC perseguir essa meta de inflação. Para isso, a autoridade monetária usa como instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Quando o BC considera que a inflação está em alta, aumenta os juros e o inverso ocorre quando os preços estão em baixa, com estímulo à atividade econômica. Os analistas mantiveram a previsão de que o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC só irá alterar a Selic este ano mais uma vez, na reunião deste mês marcada para os dias 21 e 22. A expectativa é de que os juros básicos saiam dos atuais 9,25% ao ano para 8,75% ao ano. Ao final de 2010, a Selic terá subido para 9,25% ao ano, na projeção dos analistas. A previsão para o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) em 2009 caiu de 1,35% para 0,95%. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), a expectativa foi ajustada de 0,89% para 0,50%. Na capital paulista, o Índice de Preço ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) deve ficar em 4,10% e não mais em 4,13%. Para 2010, as projeções para os três índices foram mantidas em 4,5%. A expectativa para os preços administrados passou de 4,33% para 4,30% neste ano e de 3,90% para 3,80% em 2010. Os preços administrados referem-se aos valores cobrados por serviços monitorados (combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento, transporte urbano coletivo e outros).

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Meta de inflação em 2011 será de 4,5%, diz ministro do Planejamento

Meta de inflação em 2011 será de 4,5%, diz ministro do Planejamento

( Agência Brasil ) O Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou em 4,5% a meta de inflação para 2011, primeiro ano do próximo governo, com tolerância de dois pontos percentuais, informou há pouco o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. Em reunião , os integrantes do conselho, formado por Paulo Bernardo, pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, confirmaram também em 4,5% a meta para 2010. A meta de inflação representa a base da política monetária. O Banco Central (BC) aumenta ou reduz a taxa Selic, que define os juros básicos da economia, com o objetivo de que a inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), vá convergir para o centro da meta. Caso a inflação aumente, o BC reajusta a Selic. Com a crise econômica, os preços internacionais dos minérios e dos alimentos, que estavam pressionando a inflação para cima até o final do ano passado, caíram. O IPCA, que fechou 2008 em 5,9%, acima do centro da meta, iniciou 2009 em queda. Segundo o último boletim Focus, pesquisa com analistas financeiros divulgada toda semana pelo BC, a inflação oficial deve fechar este ano em 4,4%. O CMN também confirmou a redução da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) para 6% ao ano, o menor nível da história. A medida havia sido anunciada no dia 29 de junho por Mantega como parte do pacote de estímulo à economia nos próximos meses. Utilizada nos empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a TJLP é uma taxa de juros subsidiada que corrige os financiamentos para projetos de investimento. Desde junho de 2007, a TJLP estava em 6,25% ao ano. A cada três meses, o CMN define a taxa.